Inflamação e Reparo

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Autor: Alberto Consolaro

Editora: DentalPress

Assunto: Endodontia

Edição: 2ª Edição

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Descrição

ATENÇÃO

Se você acha que:

  • Inflamação e infecção são sinônimos ou se equivalem!
  • Que cicatrização é sinônimo de reparação!
  • Que anti-inflamatórios administrados 24-48h antes da cirurgia funcionam!
  • Que regeneração é melhor que reparação!
  • Que granuloma é igual tecido de granulação!
  • Que implantes dentários sofrem rejeição!

 

PARE…!!! Você precisa ler este livro !!!!! 

 

Este livro foi escrito para os que:

  1. Precisam compreender a inflamação e a reparação a partir de um texto simples e de terminologia clara.
  2. Querem fundamentar a prática clínica e terapêutica medicamentosa com clareza e profundidade!
  3. Precisam distinguir o que está por trás de cada produto oferecido no mercado para ser aplicado no paciente.

Sobre o Autor

Alberto Consolaro

Nascido em 1956, graduou-se em Odontologia na Unesp de Araçatuba em 1977. Iniciou-se na docência em 1978 e concluindo o mestrado em Biologia e Patologia Buco-Dentária na FOP-Unicamp em 1983. Após atuar como professor e patologista na Universidade Federal de Uberlândia, concluiu em 1987 o Doutorado em Diagnóstico Bucal pela FOB-USP. Em 1991 obteve o título de Livre Docente da USP. Como professor, pesquisador e patologista, em 1995, obtém o maior grau docente, o de

 

Professor Titular da Universidade de São Paulo, aos 39 anos de idade. Suas áreas de pesquisas são:

Anatomia Patológica,
Inflamação e Reparo
Reabsorções Dentárias,
Movimentação Dentária e
Biologia da Polpa e do Periápice.

Por muitos anos foi Chefe de Departamento e Coordenador do Programa de Mestrado e Doutorado em Patologia da FOB-USP. Atualmente ensina na graduação da FOB e na pós-graduação da FORP-USP nos Programas de Odontopediatria e no de Periodontia e Cirurgia.

Publicou vários livros como:

  • O ser Professor (5.ed. 2011),
  • Reabsorções Dentárias nas especialidades clínicas (3.ed. 2012),
  • Controvérsias em Ortodontia,
  • Inflamação e Reparo (2.ed. 2013),
  • Cárie Dentária.

 

Há alguns anos, como Jornalista, simultaneamente às atividades acadêmicas, escreve semanalmente no Caderno Ciências do Jornal da Cidade, o principal jornal do centro do Estado de São Paulo. Em 2013 publicou o livro Queremos Saber! de divulgação científica e tecnológica direcionado para o público em geral.

 

(Texto informado pelo autor)

Especificação

Edição ampliada e revisada – 7 novos capítulos

 

Titulo da Obra:

Inflamação e reparo 2ª edição

Autor: Alberto Consolaro

Capa: flexível

N. de páginas: 512

Dimensão: 17 x 24 cm

Edição: 2ª Edição

Publicado em: 2014

Sumário

Edição ampliada e revisada – 7 novos capítulos

 

Capítulo 1 - para que estudar a inflamação

• Infecção e inflamação não são sinônimos!

• O significado de inflamação e agressão

• O significado de “infecção”

• Conceito de doença infecciosa

• Consideração final

 

Capítulo 2 - O estresse celular precede e está na Inflamação

• O ABC celular

• O ABC molecular

• Homeostasia e Estresse Celular: alternância no estado celular

• O citoesqueleto: uma estrutura importante para o estresse celular

• Os tipos de indução ao estresse celular e correlações clínicas

• O estresse celular e os mediadores liberados

• As citocinas

• Os fatores de crescimento (GF)

• Os produtos do ácido araquidônico

• A membrana citoplasmática e seus receptores

• Outros mediadores químicos do estresse celular

• A matriz extracelular e a homeostasia celular

• Evoluções do estresse celular

• O estresse celular evoluindo para necrose celular e fazendo parte da inflamação

• Consideração final

 

Capítulo 3 - O início da inflamação: como ocorre?

• Conceituação, objetivos e local de ocorrência

• Exsudato e infiltrado inflamatórios: conceitos diferenciais

• Como chegamos aos fundamentos atuais: conceituação e evolução histórica

• As fases e evoluções da inflamação

• O início da inflamação: o gatilho do processo

• Os agentes inflamatórios ou flogógenos desencadeando a inflamação

• Fenômenos vasculares e exsudativos: essenciais para a formação do exsudato

• Consideração final

 

Capítulo 4 - Formando o exsudato: as substâncias entram em ação

• Como circula o líquido entre o sangue e os tecidos

• Como se forma o exsudato

• O exsudato inflamatório: componentes e funções

• O endotélio como origem de mediadores inflamatórios

• Consideração final

 

Capítulo 5 - Infiltrado em formação: as células chegam para fagocitar e reconhecer

• Formação do infiltrado inflamatório: quimiotaxia e migração

• A inversão das correntes promove a pavimentação leucocitária

• Quimiotaxia e leucodiapedese: a atração química unidirecionada

• Aderência leucocitária ao endotélio: essencial

• As células chegaram: as funções das células inflamatórias

• Fatores quimiotáticos: atraindo as células para o local

• Vida de neutrófilo

• Algumas horas depois: os macrófagos e linfócitos estão chegando

• Atividade celular do infiltrado inflamatório agudo

• Fagocitose: um mecanismo essencial para a inflamação

• Consideração Final

 

Capítulo 6 - Tipos, nomenclatura e evolução da inflamação aguda: exsudato e infiltrado como critérios

• Classificação da inflamação aguda de acordo o tipo de exsudato

• Inflamação Aguda Serosa

• Inflamação Aguda Fibrinosa e Pseudomembranosa

• Inflamação Aguda Hemorrágica

• Inflamação Aguda Purulenta ou Supurativa

• Inflamação Aguda Catarral

• Evolução da inflamação aguda

• Inflamação Sub-aguda

• Os termos agudo e crônico: pode ocorrer confusão!

• Consideração Final

 

Capítulo 7 - Aspectos clínicos e microscópicos: as implicações sistêmicas da inflamação

aguda

• Aspectos clínicos locais da inflamação aguda

• Dor

• Edema e Tumefação

• Calor ou Hipertermia Local e Rubor

• Perda de função da área inflamada

• Repercussões Sistêmicas da Inflamação Aguda

• Mal-estar, Cefaleia, Prostração, Astenia e Mialgia

• Febre

• Leucocitose

• Linfadenites Regionais e Linfangites

• Reação da Fase Aguda

• Aspectos microscópicos da inflamação aguda

• Aspectos Vasculares

• Aspectos Exsudativos

• Aspectos Teciduais Destrutivos

• Presença do agente agressor

• Consideração Final

 

Capítulo 8 - Cronificação do processo: a inflamação crônica

• Resolução versus Cronificação: a diferença

• Quando e porque ocorre a cronificação

• Conceito e caracterização da inflamação crônica

• Diferença entre granuloma e tecido de granulação: uma confusão comum

• O significado do termo infiltrado

• Consideração Final

 

Capítulo 9 - Granulomas: tipos, características e significados

• Tipos de granulomas e o que determina esta diferença

• Formação e constituição dos granulomas

• Granuloma do Tipo Corpo Estranho

• Destino e Evolução dos Granulomas do Tipo Corpo Estranho

• Granulomas do tipo corpo estranho especiais

• Granuloma do tipo corpo estranho atrapalham a reparação

• Diferença entre antígeno, corpo estranho e corpo inerte

• Granuloma Imunogênico

• Morfologia e Constituição do Granuloma Imunogênico

• Formação e manutenção do granuloma imunogênico

• Granuloma imunogênico: classificação em Th 1 e Th2

• Granuloma imunogênico e hipersensibilidade celular

• Ativação e acúmulo dos macrófagos nos granulomas

• Evolução e destino do granuloma imunogênico

• Consideração Final

 

Capítulo 10 - As células inflamatórias e outras relacionadas

• Neutrófilos

• Eosinófilos

• Basófilos

• Macrófagos e o Sistema Fagocitário Mononuclear

• Células epitelioides: uma das variantes de macrófagos

• Células gigantes multinucleadas inflamatórias ou CGMIs: uma evolução dos macrófagos

• Sistema Mononuclear Fagocitário e a Inflamação

• Linfócitos

• Mastócitos

• Plaquetas

• Consideração Final

 

Capítulo 11 - Terapêutica anti-inflamatória e correlações clínicas: bases biológicas de sua ação

• Anti-inflamatórios ou moduladores da inflamação?

• As drogas anti-inflamatórias: classificação e mecanismo de ação na inflamação

• Drogas anti-inflamatórias esteroidais ou corticosteroides

• Drogas anti-inflamatórias não esteroidais, aspirina-“like” ou AINEs, ANEs, NSAIDs, AINHs

• Inibidores não seletivos, seletivos e super-seletivos da cicloxigenase-1 e cicloxigenase 2

• Outros procedimentos e tipos de drogas anti-inflamatórias

• Consideração Final

 

Capítulo 12 - Mecanismos de reconstrução ou cura dos tecidos agredidos e a perspectiva das células-tronco

• Terminologia e conceitos fundamentais

• Diferenciando reparação e regeneração

• Capacidade do tecido e órgão promover a regeneração

• Porque, quando e o que é Fibrose Cicatricial

• Células-tronco: a esperança e a realidade

• Consideração Final

 

Capítulo 13 - Reparação: um processo dependente do tecido de granulação

• Reabsorção do exsudato (limpeza) e preenchimento inicial da área lesada

• Importância e funções das citocinas e fatores de crescimento na reparação

• O estabelecimento do tecido de granulação na área agredida

• A dinâmica de formação do tecido de granulação

• A contração da ferida

• A indução epitelial

• A resistência da ferida

• Breves características dos fatores de crescimento celular no reparo

• Tipos de reparação de acordo com a distância das margens das feridas

• Modificações patológicas na formação do tecido de granulação

• Cicatriz Hipertrófica

• Queloide

• O processo de reparo em outros tecidos conjuntivos

• Fatores modificadores do processo de reparo

• Fatores modificadores do processo de reparo

• Consideração Final

 

Capítulo 14 - Regeneração: um mecanismo dependente dos remanescentes e independente do tecido de granulação

• Regeneração axial ou epigenética

• Regeneração epitelial

• Cronologia dos fenômenos na regeneração epitelial

• Regeneração dos nervos periféricos

• Alterações neurais periféricas em decorrência de fenômenos regenerativos

• Regeneração muscular

• Regeneração em órgãos viscerais e glândulas

• Regeneração ou reparação óssea?

• Guias de regeneração ou de reparação? Regeneração ou reparação guiada?

• Consideração Final

 

Capítulo 15 - Reparação óssea, alveolar e peri-implantar: compreendendo a osseointegração!

• O conceito de tecido de granulação

• O conceito de tecido conjuntivo

• No ambiente ósseo, a reconstrução se faz com tecido de granulação: a origem das células

• Reparação ocorre para reconstruir uma área conjuntiva lesada

• Regeneração: o outro mecanismo de reconstrução tecidual, mas NÃO nos tecidos conjuntivos como o osso!

• O conceito de fibrose cicatricial

• Cicatrização não é sinônimo puro de reparação

• Os conceitos bem aplicados facilitam a compreensão clínica

• Um exemplo ou modelo de reparação óssea em defeitos em forma de cavidades: a reparação óssea alveolar

• A reconstrução da mucosa bucal: re-epitelização da superfície ou regeneração epitelial

• A cronologia dos fenômenos no reparo alveolar

• Corpos estranhos e corpos inertes como os implantes osteointegráveis no reparo alveolar

• Exemplos naturais da importância do coágulo no reparo ósseo: as alveolites seca e úmida. O que colocar nos alvéolos dentários após a exodontia?

• O coágulo no reparo ósseo alveolar e a reparação perimplantar: considerações comparativas

 

Capítulo 16 - Periósteo, membranas e o reparo ósseo de fraturas e cirurgias ósseas

• A essência

• A importância do periósteo na reparação óssea

• A estrutura do periósteo

• Capacidade adaptativa e reacional do periósteo

• O reparo das fraturas ósseas e a importância do periósteo

• O periósteo nas fraturas e as membranas na reparação óssea

• As membranas como substitutas do periósteo na reparação de lojas cirúrgicas ósseas

• Considerações finais

 

Capítulo 17 - O reparo ósseo com partículas de biomateriais implantadas em cavidades cirúrgicas

• A essência

• Pontos históricos interessantes

• O início do processo de reparo e os materiais particulados

• Rede de fibrina constituída: imediatamente têm-se a angiogênese

• O tecido de granulação em minutos e horas

• O osso primário: em horas e ou dias

• O osso secundário ou maduro: em alguns dias

• O tamanho da cavidade óssea e o material particulado no coágulo

• Propriedade ideal do material particulado: nem antigênico, nem corpo estranho!

• Quando as partículas do material forem corpos inertes

• As partículas dos materiais ficam indefinidamente ou podem desaparecer

• Critérios de escolhas dos materiais particulados para usar em cirurgias ósseas a partir de estudos in vivo

• Imaginologicamente pode se acompanhar estas evoluções

• A forma e o tamanho das partículas podem influenciar!

• A forma e o tamanho das partículas podem influenciar!

• Considerações finais

 

Capítulo 18 - O papel do periósteo nos procedimentos ortopédicos como exemplo de sua capacidade reparatória

• O osso uma metamorfose ambulante

• A importância do periósteo na reparação óssea

• A estrutura do periósteo

• Capacidade adaptativa e reacional do periósteo

• O periósteo na ortopedia: a morfologia óssea pode ser modificada pela demanda funcional e até voltar à situação anterior

• A Periostite Ossificante e os seus significados biológico e clínicos

• Remodelação da fossa mandibular ou glenoide em deslocamento mandibular ortopédico

• O reparo da disjunção palatina e a importância do periósteo

• A “recidiva” da disjunção palatina e osso neoformado no reparo

• A “expansão” das corticais durante os crescimentos císticos e tumorais

• Considerações finais

 

Capítulo 19 - Reconstrução cervical perimplantar: regeneração epitelial, EGF e a saucerização óssea

• O EGF e suas funções

• A regeneração epitelial, o EGF e as distâncias biológicas

• O EGF e a função dos Restos Epiteliais de Malassez: sem eles ocorre a Anquilose Alveolodentária

• Saucerização dos implantes osseointegrados: o mecanismo

• Porque a saucerização pode ser continuada e lenta?

• Implicações e aplicações clínicas do conhecimento

• Colocar e remover o cicatrizador e intermediário alteraria a junção epitélio-implante?

• Por que o epitélio tende a revestir e migrar em direção apical nas doenças inflamatórias perimplantares?

• Por que os LPS e o epitélio dificultam a re-osteointegração?

• Os fatores biológicos da saucerização

• Considerações finais

 

Capítulo 20 - Reparação Pulpar: a reconstrução se faz com tecido de granulação - a polpa repara-se e não regenera!

• De onde vem a polpa dentária?

• A lesão a ser reparada na polpa dentária coronária e apical

• Polpa dentária como fábrica de dentina: o início da produção e a fibronectina

• Origem e formação da dentina como barreira de tecido mineralizado

• Formação da dentina reparatória ou dentina terciária

• A integração do tecido neoformado com as paredes da dentina normal

• Estruturas em forma de túneis na barreira dentinária

• Os nomes da dentina de acordo com as varias situações clínicas: critérios

• A capacidade reparatória da polpa: fatores determinantes

• A papila dentária na formação e reparo da raiz e polpa

• Reparo em dentes com rizogênese incompleta: os dez princípios

• A polpa apical e os tecidos periodontais do canal cementário

• Polpa dentária e as demais especialidades clínicas

 

Capítulo 21 - Reparação Periodontal e Periapical: 10 considerações aplicadas à compreensão clínica

• Indica-se remover o tecido de granulação nas cirurgias periodontais! Por que se ele é fundamental para a reparação?

• Qual o papel cimento cirúrgico no reparo periodontal?

• Por que preparar a raiz mecanicamente e ou tratá-la quimicamente?

• O epitélio regenera muito rapidamente: bom o ruim?

• Em áreas radiculares expostas na boca, depois de cirurgias e reposições dos retalhos: por que não anquilosa-se o dente? E por que não se observam reabsorções radiculares?

• Em áreas radiculares não expostas na boca, depois de cirurgias e reposições dos retalhos: por que

não anquilosa? E por que não reabsorve continuadamente?

• E nas cirurgias paraendodônticas: o que ocorre na superfície de corte?

• E quando se tem lesões periapicais: como reparam os tecidos periodontais?

• As paredes ósseas na cirurgia periodontal são importantes?

• Como o extravasamento de material obturador interfere no processo de reparo periapical?

• Considerações Finais: uma síntese

 

Capítulo 22 - Prefácio: uma última consideração!